Domine a estratégia de mercado estranha!
Você olha para certas campanhas e pensa: isso só pode ser loucura — cocô em horário nobre, gente deletando amigo por hambúrguer, uma van “batida” virando anúncio.
Parece improviso, erro e/ou exagero. Mas não é. Pois, uma estratégia de mercado estranha quase nunca nasce do acaso; ela é desenhada para dominar a economia da atenção, criar barulho calculado e forçar diferenciação competitiva.
Primeiro choca, depois viraliza, e então vende. Logo, o absurdo vira método. E é exatamente isso que você vai entender agora, nos 5 casos mais bizarros — e inteligentes — do mercado.
O que é Estratégia de Mercado

Estratégia de mercado não é postar bonito nem subir anúncio achando que o algoritmo resolve. É decidir onde você vai brigar, como vai brigar e qual espaço quer ocupar na cabeça do cliente.
Ou seja, é o plano amplo que define como seus produtos entram no jogo, resolvem dores reais e deixam a concorrência comendo poeira. Portanto, não é campanha isolada, criativo genial e nem tráfego pago.
É posicionamento claro, narrativa bem amarrada e vantagem competitiva construída com intenção. Sem isso, você só faz barulho. Com isso, você constrói domínio.
Quando uma marca escolhe parecer “estranha”, ela está escolhendo:
- Romper padrão do setor
- Forçar interrupção cognitiva
- Reposicionar categoria
- Se tornar culturalmente relevante
Em outras palavras, estratégia bizarra não é sobre chocar. É sobre dominar conversa.
Estratégia de Mercado: Top 5 das Mais Estranhas
Estratégia de mercado estranha é quando a marca decide sair do óbvio e cutucar o desconforto para ganhar espaço na economia da atenção. Ou seja, ela mistura risco calculado, quebra de padrão, narrativa forte e timing cultural para gerar uma diferenciação competitiva — primeiro chama atenção, depois domina conversa e, então, vende.
Então, agora prepare-se: nos próximos tópicos, você vai mergulhar nos 5 casos mais bizarros — e brilhantes — que provaram que o estranho, quando bem pensado, é arma pesada de mercado.
1) Andrex — #GetComfortable
A campanha de marketing da Andrex, marca de papel higiênico, para o lançamento da plataforma ‘ Fique Confortável ‘ em parceria com o instituo Bowel Cancer UK, foi genial.
Pois, pegou um dos momentos mais constrangedores da vida adulta — fazer cocô no escritório — e transformou o silêncio cheio de vergonha em uma conversa pública bem-humorada sobre conforto, normalização e saúde intestinal.
Por que foi estranha?
Porque pegou o tema mais privado possível e levou para debate público nacional. Em um país culturalmente reservado como o Reino Unido, isso é quase heresia social.
Oque ela quis?
Mudar o território da marca. Sair de “papel higiênico” e entrar em “saúde intestinal e normalização do corpo”.
Movimento estratégico:
- Quebra de tabu cultural britânico
- Humor escatológico com causa séria (parceria com Bowel Cancer UK)
- Pesquisa proprietária como gatilho narrativo
Resultado: +£3,2 milhões em vendas, +1.694% menções sociais, +122% buscas sobre câncer intestinal.
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2) Poo-Pourri — O comercial que quebrou a internet
Seguindo a linha de transformar o “nº 2” em assunto público, a Poo-Pourri — spray natural bloqueador de odores sanitários — apostou em marketing viral ao colocar uma mulher britânica elegante, impecavelmente vestida, fazendo piadas sobre fezes como se estivesse anunciando perfume de luxo.
Por que foi estranha?
Foi uma estratégia de marketing estranha porque misturou alta classe com um tema vulgar, criando um choque cognitivo instantâneo que prendeu a atenção de todo mundo.
O que ela quis?
Reverter a vergonha da categoria. Ou seja, transformar um produto constrangedor em algo inteligente e engraçado. Em outras palavras, quando você remove vergonha, você remove fricção de compra.
Burger King — Whopper Sacrifice
Em 2009, o Burger King causou com a campanha “Whopper Sacrifice”, na qual usuários do Facebook baixavam um aplicativo que os incentivava a excluir dez amigos da rede social em troca de um cupom para ganhar um Whopper grátis — e cada amigo “sacrificado” ainda era notificado sobre a troca.
Por que foi estranha?
Isso é mexer com relacionamento social em público. Portanto, foi uma estratégia de mercado engraçada e cruel, que transformou algo supostamente valioso — amizade digital — em moeda de troca por fast food, expondo relações online ao constrangimento coletivo em troca de atenção e viralização.
O que ela quis?
- Provocar debate sobre superficialidade das amizades digitais.
- Gerar conflito visível.
- Criar mídia espontânea.
Como resultado, 233.906 amigos “sacrificados” e cobertura massiva da mídia.
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4) Currys — Beyond Techspectations
A marca britânica de eletrônicos Currys virou assunto no TikTok ao transformar situações totalmente absurdas — como um cavalo chutando uma galinha ou um pato invadindo a loja — em vídeos caóticos e engraçados que misturavam produto com humor nonsense na medida certa.
Por que foi estranha?
Em outras palavras, foi estranha porque é caos proposital — uma bagunça calculada que fortalece o posicionamento digital da marca e turbina o engajamento orgânico ao falar a língua nativa da internet.
O que ela quis?
- Entrar na linguagem do TikTok.
- Parecer nativa, não corporativa.
- Humanização da marca radical
Como resultado, milhões de views e 269 mil likes em um único vídeo
5) Specsavers — “Should’ve Gone to Specsavers”
A Specsavers simulou um “acidente” urbano ao posicionar uma de suas vans presa em postes automáticos no centro de Edimburgo, erguida ao meio, como se o motorista não tivesse visto a sinalização — e ao lado do veículo instalou uma placa alertando para não estacionar ali, reforçando o famoso slogan “Should’ve Gone to Specsavers”.
Por que foi estranha?
Foi um caso clássico de marketing de guerrilha que gerou dúvida real nas pessoas: era um erro constrangedor ou uma ação planejada? Pois, ao simular um acidente convincente em plena rua, a marca transformou confusão pública em curiosidade coletiva — e curiosidade em atenção massiva.
O que ela quis?
Criar um viral orgânico no mundo offline, fazendo as pessoas comentarem, fotografarem e compartilharem a cena antes mesmo de perceberem que se tratava de um anúncio.
Em suma, alto buzz, execução impecável e brilhante pela obviedade.
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Conclusão: Estratégia de Mercado Diferentona Vence
Em resumo, o padrão está claro: uma estratégia de mercado estranha só funciona quando nasce de uma tensão cultural real, assume risco com coragem e executa com coerência absoluta ao posicionamento da marca.
Nesses casos, o produto vira pano de fundo e a cultura vira protagonista — e é aí que a atenção se transforma em resultado.
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