Durante anos, vender com humor foi tratado como palhaçada. Só que 2025 deixou isso claro: rir vende. As propagandas engraçadas não servem só pra divertir — elas travam o dedo no scroll, dominaram a atenção do consumidor e ficaram grudadas na cabeça das pessoas, criando memorização de marca real.
Em outras palavras, primeiro vem o riso, depois a curiosidade e, quando você percebe, a conversão acontece. Ou seja, não é bagunça criativa. É estratégia bem feita. Então, aqui, você não vai ver uma lista divertida e vai entender por que humor bem usado vira venda.
O que São Propagandas Engraçadas

No marketing, as propagandas engraçadas não são piadas soltas nem improviso criativo. Quando bem pensadas, elas funcionam como ferramenta de negócio.
Enquanto o humor aleatório só arranca risada, o humor estratégico ativa o marketing emocional, fixa a marca na memória, simplifica a mensagem e quebra a resistência natural à venda. O
Ou seja, não é fazer graça — é conduzir atenção, percepção e decisão de forma inteligente.
As 5 Propagandas Mais Engraçadas de 2025
Entre tantas campanhas lançadas ao longo do ano, as propagandas engraçadas que você verá a seguir não entraram aqui só por fazer rir. Elas foram escolhidas porque viralizaram, deixaram a oferta clara e conectaram humor ao produto de forma direta.
Portanto, mais do que piadas bem-executadas, são ações publicitárias criativas que funcionaram como estudos de caso leves — e altamente vendáveis.
Burger King (Popó x Wanderlei Silva)
É claro que o Burger King não poderia ficar de fora de uma lista como essa. A rede de fast food, conhecida pelo humor provocativo, desta vez colocou Popó e Wanderlei Silva frente a frente poucos dias após a confusão entre os dois no ringue do Spaten Fight Night.
Logo, em vez de ignorar o caos, a marca fez marketing de oportunidade puro: transformou rivalidade real em piada viral, cravou a frase “A porrada já comeu, agora quem come é você” e deixou a oferta “King em Dobro” clara, simples e impossível de esquecer.
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Shopee com Terry Crews
Existe alguém que não gosta do Terry Crews? Difícil. E a Shopee sabe disso — por isso usou o carisma dele com inteligência, transformando o ator em vários personagens para dar força às datas promocionais e prender a atenção do público logo nos primeiros segundos.
Assim, o exagero vira ferramenta: ritmo alto, troca constante de papéis e heroísmo aplicado à entrega criam sensação de velocidade, esforço e urgência. Portanto, não é só um garoto propaganda fazendo graça. É logística encenada como vantagem competitiva.
Entre as campanhas publicitárias, essa funciona porque o humor simplifica a promessa e acelera a percepção de valor.
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Magalu / Marisa Maiô (IA)
Como se não bastasse o avatar da Magalu, a marca foi além ao transformar Marisa Maiô(uma IA) em protagonista de uma ação que misturou humor, tecnologia e timing cultural.
O conteúdo nasceu orgânico, ganhou força nas redes e virou uma das propagandas engraçadas mais comentadas do ano. O que parecia só brincadeira virou estratégia: campanhas com IA que não soam como publi, mas constroem autoridade.
Com mais de 4 milhões de views, o case mostra como marketing digital criativo pode gerar impacto real quando criatividade pesa mais que orçamento.
Claro + Paulo Vieira
Paulo Vieira é uma figura carismática e a Claro explora isso com leveza. Na propaganda, o humor é episódico: cenas rápidas, situações do dia a dia e o produto aparecendo só no final.
Portanto, não é um conceito profundo, mas funciona para gerar marketing de desejo imediato — aquele impulso de “não passar vontade”.
Como resultado, a presença de Paulo Vieira deixa tudo mais irreverente, aproxima a marca do público e entrega entretenimento direto, sem complicar a mensagem.
Nubank + Wandinha
Um pé, literalmente um pé sem corpo, dando um rolê pela cidade. É assim que o Nubank entra no universo de Wandinha para apresentar o Pezinho. A ação funciona porque aposta em parcerias entre marcas bem alinhadas, Nubank e Netflix, usando um repertório cultural forte para explicar produtos financeiros sem virar aula chata.
Assim, o humor vira ponte: o público se diverte, entende e aceita a mensagem. O mérito está no storytelling aplicado à fintech, que reduz atrito cognitivo e aproxima soluções complexas do dia a dia.
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Conclusão: Por que Propagandas Engraçadas Funcionam
Em resumo, propagandas engraçadas não vendem por serem engraçadas. Elas funcionam porque capturam atenção, simplificam a mensagem e reduzem resistência à compra. Para o empreendedor, a lição é clara: não copie a piada.
Em outras palavras, copie a lógica. Humor estratégico é ferramenta de venda — e quem entende isso sai na frente.
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