Exemplo de outdoors criativos em grande escala, mostrando uma campanha visual impactante que transforma a paisagem urbana em experiência de marca memorável.

Outdoors Criativos: 5 Exemplos de Como Fazer

Se outdoors criativos estivessem mortos, não estariam viralizando no TikTok. Simples assim. Enquanto muita gente decreta o fim da mídia de rua, publicitários mais espertos fazem o oposto: usam timing, surpresa e contexto para transformar a cidade em feed.  

Não é só impacto visual — é cena pensada para foto, vídeo e compartilhamento. Além disso, não importa tamanho nem verba. O jogo aqui é ideia + espaço + inteligência cultural.  

Por isso, esqueça placas bonitas. Estamos falando de anúncios físicos que hackeiam a atenção urbana. Então, vamos conferir 5 exemplos que provaram isso na prática. 

O que São Outdoors Criativos 

Outdoors criativos não gritam promoções — eles leem o ambiente e respondem à cidade. Logo, em vez de disputar atenção no volume, essa forma de publicidade usa céu, prédios, rua, horário e até o clima como parte da mensagem.  

Embora nasçam físicos, já são pensados para virar foto, vídeo e conversa online, inclusive em formatos de DOOH (Digital Out of Home). Por isso, quanto mais simples a ideia, maior o impacto. Essa lógica é o filtro que separa ruído de genialidade. 

5 Outdoors Criativos ao Redor do Mundo 

Aqui, os publicitários largaram o briefing confortável e passaram a ler o mundo real como canvas. Pois, cada ação prova que outdoors criativos não vivem de impacto bruto, mas de inteligência aplicada ao espaço, ao tempo e ao comportamento humano. 

Netflix / Wandinha em Xique-Xique (Bahia)

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A nova temporada de ‘Wandinha’ chegou na Netflix nesta quarta-feira, 6, dois anos após a primeira quebrar recordes de audiência. E a divulgação da série segue pesada com a personagem, interpretada por Jenna Ortega, “desembarcando” em Xique-Xique, no Centro-Norte da Bahia. A Netflix colocou um outdoor da série no município baiano. “Sim, é real. Wandinha em Xique-Xique, Bahia. A parte 1 da 2ª temporada já está disponível!”, escreveu a empresa na legenda da publicação no Instagram. “Ninguém me entende aqui em Xique-Xique, Bahia”, diz o cartaz. Os novos episódios da série serão lançados em duas partes: a primeira, em 6 de agosto de 2025, e a segunda, em 3 de setembro de 2025. 📲 Siga o @ATardeOficial ✍️ Edvaldo Sales 📹 Reprodução | @pablo_portugal ATARDE GrupoATARDE

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O outdoor da Netflix para divulgar a série da Wandinha foi direto ao ponto: “Ninguém me entende aqui em Xique-Xique, Bahia”. Poucas palavras, zero explicação e empatia máxima com quem se sente fora do eixo. 

Aqui a genialidade está na escala invertida. Uma marca global escolhe um ponto hiperlocal e deixa o ego de lado. A frase não tenta vender a série, nem explicar o enredo.  

Em outras palavras, ela vende pertencimento. Xique-Xique não é cenário — é personagem. Do ponto de vista de marketing, isso não é mídia OOH tradicional. É leitura cultural aplicada. A Netflix mostra que entende o Brasil fora do eixo óbvio, onde a identificação vale mais que o alcance.  

Baixo custo, alto impacto simbólico e social. Um tapa elegante na lógica do “quanto maior, melhor”. 

Stephen Curry “arremessando a Lua” (Los Angeles)

Para lançar seu livro Shot Ready, Stephen Curry protagonizou um dos outdoors criativos mais precisos já feitos em Los Angeles, com o jogador arremessando — e o alvo não é a cesta, é a lua. 

Aqui a criatividade encontra a matemática. O outdoor só funciona em um horário específico, quando o nascer da lua completa a cena. Não é acaso, é cálculo astronômico. O resultado? Um momento efêmero que vira evento.  

O livro quase desaparece — e isso é intencional. Pois, quando a mídia entende o tempo, ela vira narrativa. O outdoor existe por minutos, mas vive por anos na internet. Foi criado para ser fotografado. Viral por natureza.

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HBO / A Casa do Dragão – Times Square (2024)

Para promover A Casa do Dragão, a HBO caprichou e não poupou.  Aqui o jogo sobe de nível. O 3D não é enfeite tecnológico, é experiência urbana. O dragão não “salta” do painel — ele invade o espaço público. A Times Square deixou de ser suporte e virou palco. 

Na leitura de marketing, isso já não é apenas publicidade. É entretenimento. Quem passa vira espectador involuntário. Quem grava vira canal de distribuição.  

Como resultado, o limite entre anúncio e espetáculo fica borrado — e é exatamente aí que a marca ganha. 

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Koleston Naturals (Leo Burnett Beirut, 2007)

A campanha da Koleston Naturals transformou um outdoor em Beirute em extensão da paisagem: o cabelo da modelo foi recortado para que o próprio céu, o mar e a cidade revelassem, naturalmente, as cores do produto. 

Esse caso é obrigatório justamente por não depender de tecnologia. Nada de LED, nada de 3D. Apenas uma ideia sensorial, analógica e poética. O ambiente completa a peça. 

O cabelo recortado absorve o cenário, reflete luz, sombra e paisagem. Ou seja, produto e natureza se fundem. A mensagem não é dita, é sentida.  

Aqui fica claro: outdoor criativo não precisa de inovação técnica, precisa de execução cirúrgica. Criatividade não envelhece — só muda de roupa. 

McDonald’s – Relógio de Sol (Chicago, 2010)

Para divulgar seu menu de café da manhã, o McDonald’s instalou um relógio de sol funcional em frente ao Wrigley Field, em Chicago, usando a própria passagem do tempo para indicar — sem dizer uma palavra — a hora certa de comer. 

Esse fecha a lista com precisão. Um outdoor funcional, onde o tempo vira mídia. O café da manhã só faz sentido de manhã — e o anúncio prova isso, literalmente. 

A leitura é simples e poderosa: design + utilidade = memória. A marca se integra ao cotidiano sem interromper ninguém. Em suma, não grita oferta, não empurra promoção. Apenas faz sentido.  

E, no mundo real, poucas coisas são mais persuasivas do que isso. Como resultado, um dos maiores Outdoors Criativos já feitos.

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Conclusão: Outdoors Criativos que Sequestram a Atenção Urbana 

Em resumo, outdoors criativos não disputam espaço com o digital — eles o abastecem. Pois, a rua virou estúdio, o celular virou câmera e o público virou distribuidor.  

Portanto, quando a marca entende cultura, tempo e contexto, a atenção deixa de ser comprada e passa a ser conquistada. 

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